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Matias da Costa de Figueiredo

Nasceu em Beijós em fevereiro de 1710 e foi batizado em 3 de março. Irmão do meu 8.º avô paterno Pedro da Costa e do meu 7.º avô materno Sebastião da Costa , bem como de João da Costa , que deixou por aí descendentes Loureiro, e de Manuel da Costa , que deixou este sobrenome não só em Beijós, como em Sangemil e Pardieiros . Era descendente dos Costas da Lajeosa , quer por via materna (trineto do Pe. João Nunes da Costa ), quer pela paterna, sendo neto do Pe. Manuel da Costa, que era trineto de Jorge da Costa Homem , irmão do Abade António da Costa Homem . Depois do batismo, o documento do Matias mais antigo que encontrei foi uma justificação para casar com Margarida da Cunha , o que viria a suceder em fevereiro de 1733 na igreja que é hoje a Sé de São Paulo , sob fiança de 20 mil reis, até que chegasse de Beijós a confirmação do batismo e a declaração que daqui tinha saído solteiro e bom rapaz. Nesse processo foram arroladas testemunhas declarando que o conheciam "há três ou qu...

João Nunes da Costa (Pe.)

O Pe. João Nunes da Costa terá vivido desde finais de XVI em Beijós, onde faleceu faz hoje 388 anos. Terá nascido em Silvares (Silgueiros) entre 1560 e 1570, sendo filho de Mécia de Figueiredo e neto materno de Diogo Lopes de Figueiredo. Do lado paterno a linhagem mais próxima é de clérigos. O pai, António da Costa Homem, foi Abade da Lajeosa, onde faleceu em 1602. O avô foi outro Pe. João Nunes da Costa, com ascendência conhecida na família Costa da Lajeosa. Não tenho nenhuma informação sobre os feitos do Pe. João, a não ser os seis filhos de três mulheres solteiras, que documentadamente perfilhou. De casadas não reza a História.   Transcrição feita por um inquisidor de uma carta de perfilhação de João Nunes [da Costa] e de Manuel da Costa [Homem], filhos do Abade da Lajeosa De forma resumida, é esta a descendência imediata do padre João: Filhos de Violante de Loureiro, natural de Tondela: Bernardo da Costa cc Simoa Heitor em 1649, desconhecendo-se descendência deste casal. Teve u...

Bernardo Marques de Campos

Maria Rosária de Campos nasceu no Outeiro (Cabanas) em 1760, sendo filha de Francisco Pais, de Canas, e de Maria Bernarda de Campos, que vendia peixe em Cabanas. Rosária (ou Rosália, conforme a preferência do pároco, no papel de conservador) casou em 1783 com José Marques, de Beijós, tendo o casal instalado morada no bairro que hoje se chama Lugar d'Além. Devido à atividade da mãe, puseram-lhe em Beijós o cognome de Peixeira. Tiveram seis filhos, dois dos quais morreram de tenra idade. Chegaram à idade adulta: Jacinto Marques da Costa, morto em combate na Guerra Peninsular, com 25 anos. Pertenceu ao RI 11, que na altura se formou em Viseu. Entre 1808 e 1810 foi ferido várias vezes, não tendo resistido da última, em Junho de 1810. José Marques Peixeiro faleceu em Beijós com 38 anos, solteiro e sem descendentes. Deixou como herdeiro o irmão Bernardo, protagonista deste post . João Marques Peixeiro casou com Maria Pais [do Amaral] de Abrantes [Rato]. Faleceram ambos de uma peste em 18...